O que não faz uma vitória, hein? Desde quando a Copa América Começou, só ouvíamos e líamos críticas, desconfianças, reclamações. O triunfo diante da Costa Rica, por 3x0, no estádio Mário Kempes, fez a torcida feliz. E a imprensa também. Futebol ofensivo, gols e a classificação à próxima fase da Copa América. Mas a seleção argentina mostrou futebol para tudo isso? Sinceramente, acho que não.
A Costa Rica, para mim, não é parâmetro para ninguém. Tem uma equipe jovem e limitada. Ontem, assumiu uma postura de se fechar completamente. Foi uma presa fácil. A maior adversária da Argentina foi a sua própria ansiedade. A torcida inteira contando os segundos para soltar o grito de gol. O tempo passava, as chances eram desperdiçadas e a agonia aumentando. Após o primeiro gol, aos 45 minutos da primeira etapa, a seleção ganhou o que precisava para construir o placar: tranquilidade.
Mas a vitória da Argentina pode maquiar uma deficiência crônica: as falhas infantis do sistema defensivo. Diante da Costa Rica, nos minutos iniciais do duelo, bolas alçadas na grande área eram dor de cabeça para os zagueiros. Ninguém sabia quem iria disputar a bola. Mas a Argentina venceu. E isso é o que importa no momento para os hermanos.
E eu não poderia deixar de citar a boa atuação do garoto Messi. Jovem e Deus. Só se fala do jogador do Barcelona por lá. A seleção argentina se resume a Messi para o torcedor. Uma vitória com uma boa atuação sua é o que todos queriam. Bom, não quero colocar gosto ruim, mas a Costa Rica foi inocente demais para deixar o meia solto, solto em campo. Para quem talento refinado, ficou fácil jogar.
Bom, mesmo apresentando falhas e encontrando dificuldades na primeira fase, a Argentina garantiu a classificação. E, agora, começou outro campeonato. E a seleção de Messi cresce em jogos mata-mata. Tem tradição em Copas América. Então, a Argentina mantém seu favorismo.
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